quarta-feira, novembro 22, 2017
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Sinais e Sintomas de Hanseníase

Na quinta-feira, dia 28 de agosto, Dr. José Augusto Nery, pesquisador do Instituto Oswaldo Cruz (IOC) participou da Oficina de Hanseníase realizada no auditório do Museu da Vida, de 13h30 às 17h. O tema da sua palestra foi Sinais e Sintomas da Hanseníase que não podem passar desapercebidos.

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Segundo Sr. José Augusto Nery, a hanseníase conhecida milenarmente como Lepra ainda é um sério problema de saúde pública em nosso país. Qualquer atividade dentro de uma metodologia série para busca ativa de casos novos deve ser louvada, pois implicaria na quebra da cadeia epidemiológica, afirma Nery.

O Brasil concentra 98 % dos casos de toda a América Latina e está em segundo lugar no ranking mundial, ficando apenas atrás da Índia. Preocupada com este problema a Fundação Oswaldo Cruz (Ambulatório Souza Araújo/IOC e o Centro de Saúde Escola Germano Sinval Faria) e suas parcerias internas, tentam dar a sua colaboração como também as valiosas cooperações da Sociedade Brasileira de Dermatologia/RJ e Coordenações do estado e do município, explicou o pesquisador.

A Hanseníase é uma doença infecciosa que atinge a pele e os nervos dos braços, mãos, pernas, pés, rosto, orelhas, olhos e nariz. O tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas é longo. Pode variar de 2 até mais de 10 anos. A hanseníase pode causar deformidades físicas, que podem ser evitadas com o diagnóstico no início da doença e o tratamento imediato.

Os principais sintomas e sinais são manchas esbranquiçadas, vermelhadas ou amarronzadas em qualquer parte do corpo com perda ou alteração de sensibilidade, área de pele seca e com falta de suor, área da pele com queda de pelos, especialmente nas sobrancelhas e área da pele com perda ou ausência de sensibilidade.

Diagnóstico

O diagnóstico da hanseníase é basicamente clínico, baseado nos sinais e sintomas detectados no exame de toda a pele, olhos, palpação dos nervos, avaliação da sensibilidade superficial e da força muscular dos membros superiores e inferiores. Em raros casos será necessário solicitar exames complementares para confirmação diagnóstica.
Assim que a pessoa começa o tratamento deixa de transmitir a doença. A pessoa com hanseníase não precisa ser afastada do trabalho, nem do convívio familiar.

Fonte: Ministério da Saúde
http://www.saude.ba.gov.br/index.php?option=com_content&id=164&Itemid=18

Agentes Comunitários de Saúde realizam treinamento sobre Hanseníase

ImageProxy (1)Na quinta-feira, dia 28 de agosto, foi realizado treinamento dos Agentes Comunitários de Saúde do Território de Manguinhos, na sala 111 da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio, de 13h30 às 17h, pela enfermeira Paula Brandão, integrante da Coordenação do Saúde da Família.

Objetivos do treinamento:

– Sinais e sintomas de casos suspeitos de Hanseníase;
– Busca ativa de contactantes (pessoas que conviveram nos últimos 5 anos com o paciente) e de faltosos;
– Incentivo para o monitoramento de comorbidades;
– Reforço no Combate ao estigma;
– Reforço na questão da ética da equipe médica.

A Hanseníase é uma doença infecciosa que atinge a pele e os nervos dos braços, mãos, pernas, pés, rosto, orelhas, olhos e nariz. O tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas é longo. Pode variar de 2 até mais de 10 anos. A hanseníase pode causar deformidades físicas, que podem ser evitadas com o diagnóstico no início da doença e o tratamento imediato.

Os principais sintomas e sinais são manchas esbranquiçadas, vermelhadas ou amarronzadas em qualquer parte do corpo com perda ou alteração de sensibilidade, área de pele seca e com falta de suor, área da pele com queda de pelos, especialmente nas sobrancelhas e área da pele com perda ou ausência de sensibilidade.

Fonte: Ministério da Saúde
http://www.saude.ba.gov.br/index.php?option=com_content&id=164&Itemid=18

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